Educadora financeira explica que a melhor alternativa para conseguir alcançar esse objetivo é começar a reservar uma pequena quantia desde o começo do ano.
O 13° salário é um direito assegurado pela legislação brasileira para os trabalhadores CLT, que recebem todo fim de ano um salário inteiro a mais. Esse dinheiro pode fazer muita diferença nas finanças, pensando em todas as tradicionais contas de começo de ano, além dos presentes na época de festas.
No entanto, outro grupo importante de trabalhadores no Brasil não tem direito ao recebimento: os empreendedores.
O país, até 2022, tinha 14,6 milhões só de microempreendedores individuais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Olhando para um quadro mais geral, eram 42 milhões de empreendedores até aquele ano, de acordo com pesquisa do Sebrae e da Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe).
Para esses milhões de pessoas, o recebimento do 13° salário depende da própria organização financeira — para que seja possível, com o rendimento que entra a cada mês, reservar uma parte para compor esse salário extra no fim do ano.
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Mila Gaudencio, educadora financeira e consultora do will bank, explica que, embora possa parecer uma missão desafiadora, é possível que empreendedores tenham seu 13° salário. Para isso, a melhor alternativa é que juntar esse valor seja um objetivo que comece ainda nos primeiros meses do ano e seja trabalhado em pequenas metas.
A especialista falou sobre como os empreendedores podem se organizar para ter um 13° salário no segundo episódio da nova temporada do podcast Educação Financeira, que fala sobre como organizar as contas ainda neste ano para começar o próximo com o pé direito.