Nesta sexta-feira (30), Ibovespa fechou em baixa de 0,97%, aos 181.363,90 pontos
O Ibovespa acentuou a correção de fim de mês após uma sucessão de recordes tê-lo colocado, no melhor momento de janeiro, 25 mil pontos acima do nível de fechamento de 2025 — então aos 161 mil pontos. Mesmo em baixa nas duas últimas sessões do intervalo, o índice da B3 conseguiu reter um ganho de 12,56% no primeiro mês de 2026, superando por pouco novembro de 2023 (+12,54%) e assegurando o melhor desempenho desde novembro de 2020 (+15,90%).
Nesta sexta-feira (30), o Ibovespa fechou em baixa de 0,97%, aos 181.363,90 pontos. Mais cedo, ainda no início da tarde, a bolsa brasileira acumulava ganho de 14% em janeiro. Em 12 meses, o avanço do Ibovespa chega a 42,90% no fechamento de janeiro.
O dólar também se mostrou mais pressionado ao longo da tarde, o que reforça a percepção de uma realização de lucros sobre o recente aumento de fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira; o “dinheiro gringo” foi o grande indutor da rápida e inclinada ascensão do índice da B3 no mês.
O giro financeiro desta sexta ficou em R$ 33,9 bilhões, ainda sustentado, mas agora com a prevalência de vendas na sessão. Na semana, o Ibovespa subiu 1,40%, vindo de ganhos de 8,53% no intervalo anterior e de 0,88% na semana retrasada.
Dólar sobe, mas fecha em baixa
O dólar voltou a subir nesta sexta-feira (30) e fechou a R$ 5,24. Apesar da alta no dia, a moeda norte-americana acumulou queda de mais de 4% na semana, o que representa um saldo negativo na comparação com a moeda brasileira.
Na quinta-feira (29), a moeda atingira o menor patamar em 20 meses ao fechar a R$ 5,19 — o menor valor até então havia sido registrado em maio de 2024, quando marcou R$ 5,1539. Na terça e na quarta-feira, o dólar fechou a R$ 5,20.