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Apesar do cenário desafiador, a comunidade financeira manteve-se fortalecida em 2022

Embora o cenário econômico tenha sido marcado por incertezas, o IBEF Paraná obteve grandes resultados e as perspectivas para 2023 estão altas

Em 2022, o cenário econômico brasileiro apresentou ainda muita instabilidade. Diversos acontecimentos, como a Guerra na Ucrânia e resquícios da pandemia da covid-19 influenciaram diretamente nas cadeias produtivas do mercado. Eventos como estes impactam ainda na inflação a nível mundial. Todas essas movimentações fazem com que a economia nacional esteja em constante oscilação. Diante disso, os executivos e líderes da área de finanças tiveram um desafio ainda maior para manter essa área estratégica das empresas ativa e em constante adaptação.

Atento a essa conjuntura, o Instituto de Executivos de Finanças do Paraná, IBEF — Paraná, manteve-se firme nas ações que dão suporte aos profissionais de finanças. Junto a diretoria e comitês temáticos, o instituto trabalhou durante o ano todo para desenvolver propostas e projetos que fomentem a comunidade financeira e principalmente os seus associados.

Neste ano, o IBEF Paraná promoveu 26 eventos, em diferentes formatos — presencial e online — foram mais de 46h de debate, com mais de 1.360 inscritos e aproximadamente 1.200 participantes. “2022 foi um ano de muitas conquistas para o instituto, passamos a marca de 340 associados, dentre pessoas físicas e jurídicas. Foram realizados eventos excepcionais e que, com toda certeza, serão parâmetro para os próximos anos. Além de novos projetos que trouxeram muita visibilidade para nós. Foi um ano incrível, de retomada ao presencial, com muitos conteúdos e ações relevantes”, afirma Ricardo Pereira, presidente do IBEF Paraná.

Além disso, o instituto lançou dois programas com o objetivo de estreitar o relacionamento entre os seus associados e também de expandir a atuação do IBEF Paraná em outras regiões do estado. “O Clube do Livro e o IBEF-PR Expande foram novidades que tiveram excelente retorno e, principalmente, o Expande, que possibilitou olhar mais atentamente para os desafios econômicos do interior do Paraná e reunir a comunidade de finanças da região para debater possíveis soluções”, destaca Ricardo.

Outra conquista foi a retomada presencial do Prêmio Equilibrista. Em sua 37ª edição, considerado o Oscar das Finanças, a premiação é um dos eventos mais importantes do instituto que reconhece os executivos financeiros do Paraná que se destacaram ao longo do ano. “Foram dezenas de cases inscritos, todos de altíssima qualidade e relevância para o nosso mercado. E essa celebração é o auge do reconhecimento e destaque para a comunidade de finanças. Consolidamos o sucesso do tradicional evento, tivemos um público de aproximadamente 400 pessoas, entre associados, convidados e imprensa. Foi uma noite espetacular, digna de ser lembrada por um bom tempo”, enfatiza.

O presidente ainda afirma que para 2023 as expectativas estão altas.  “O trabalho no instituto será intenso e nosso maior objetivo é continuar proporcionando debates enriquecedores e um networking de qualidade aos nossos associados. Outra meta importante é fortalecer ainda mais a nossa presença em outras cidades do estado, para gerar valor e proporcionar ainda mais oportunidades para estreitar relações, conectar profissionais e fortalecer a comunidade financeira”, diz.

Para Ricardo, em relação ao cenário econômico, o próximo ano ainda será de grandes desafios e incertezas. Além do novo governo, que influencia na economia, o próximo ano deve apresentar inflação elevada, em 4,6%, e a estimativa é que o PIB (Produto Interno Bruto) cresça apenas 0,75%, em 2023, segundo o último relatório de Mercado Focus, do Banco Central do Brasil. Portanto, será mais um ano de retomada e, nesse contexto, o profissional de finanças continuará a ser fundamental para fazer a economia girar. “A capacidade técnica, como gestão de caixa e liquidez, ROIC e ROE de curto prazo, gestão espartana dos gastos e desenvolvimento de soft skills – resiliência, poder de influência, empatia, equilíbrio emocional – se tornam imprescindíveis para os executivos da área por mais alguns meses”, finaliza.